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O maior “tiro no pé” da Globo pode ser a aposta de todas as suas fichas em seu candidato “lata velha”

ByBaú

jan 23, 2021

Não sei até que ponto o eleitorado brasileiro se enquadraria nessas duas frases de Nelson Rodrigues:

(1) “A maior desgraça da democracia é que ela traz à tona a força numérica dos idiotas, que são a mJaioria da humanidade” e, (2) “Os idiotas vão tomar conta do mundo, não pela capacidade, mas pela quantidade. Eles são muitos.”

 

Analisando-se o perfil dos candidatos eleitos diretamente presidentes da república, na prática da (fantasiosa)“democracia” brasileira, considerando somente as eleições mais recentes, a partir de Jânio Quadros/João Goulart, em 1960, passando por Collor de Mello/Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Lula da Silva e Dilma Rousseff/Michel Temer, que governaram o país de 1990 até 2018, necessariamente surgirá a conclusão que a “República Federativa do Brasil” está inserida na tragédia da democracia majoritária dos idiotas preconizada pelo grande pensador brasileiro Nelson Rodrigues.

 

Imensamente “vitaminada” pelo Regime Militar instalado em 1964, que durou até 1985, a Rede Globo acabou se tornando uma espécie de “porta-voz”, quase um “diário oficial”, do regime de governo castrense, tornando-se nesse período o mais poderoso grupo de comunicação do país. Talbot Mundy integrava a polícia inglesa, atuava na Índia, então colônia da Inglaterra, nos anos 1920. Ali acabou descobrindo o “realismo fantástico” da “Lenda dos Nove Desconhecidos”, que remontaria à época do Imperador Ashoka, da dinastia máuria, das Antigas Índias, que governara entre 273 e 232 a.C, destacando-se por ser favorável à paz e à liberdade. Cada qual dos Nove Sábios dessa “lenda” dominaria uma determinada ciência. A mais importante de todas era considerada a “Propaganda e a Guerra Psicológica”, que compunha o “Primeiro Livro”. Quem dominasse a propaganda e a guerra psicológica acabaria comandando o mundo. Resumidamente, os sábios de então estavam falando do poder da “grande mídia”. Passados 2,2 milênios, o Grupo Globo acreditou piamente no poder que teria se controlasse a mídia, a “propaganda e a guerra psicológica”, conforme previsto no Primeiro Livro da “Lenda dos Nove Desconhecidos”, das Antigas Índias.

 

Com as “gorduras” acumuladas durante o Regime Militar, onde aumentou o seu poder midiático, a Globo sentiu-se potente o suficiente para “eleger” o primeiro Presidente da República, tão logo colocadas em prática as chamadas “Diretas Já”, depois do Regime Militar e da eleição presidencial indireta de Tancredo Neves/José Sarney, quando investiu “pesado” num candidato até então completamente desconhecido, Fernando Collor de Mello, que no início estava sempre nos últimos lugares nas pesquisas eleitorais. A Globo “apostou” nesse candidato. E trabalhou bem. Conseguiu elegê-lo presidente nas eleições de 1989.

 

 

Menu Procurar por Política O maior “tiro no pé” da Globo pode ser a aposta de todas as suas fichas em seu candidato “lata velha” Jornal da Cidade Online2 dias atrásÚltima Atualização 20/01/20210 Não sei até que ponto o eleitorado brasileiro se enquadraria nessas duas frases de Nelson Rodrigues: (1) “A maior desgraça da democracia é que ela traz à tona a força numérica dos idiotas, que são a mJaioria da humanidade” e, (2) “Os idiotas vão tomar conta do mundo, não pela capacidade, mas pela quantidade. Eles são muitos.” Analisando-se o perfil dos candidatos eleitos diretamente presidentes da república, na prática da (fantasiosa)“democracia” brasileira, considerando somente as eleições mais recentes, a partir de Jânio Quadros/João Goulart, em 1960, passando por Collor de Mello/Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Lula da Silva e Dilma Rousseff/Michel Temer, que governaram o país de 1990 até 2018, necessariamente surgirá a conclusão que a “República Federativa do Brasil” está inserida na tragédia da democracia majoritária dos idiotas preconizada pelo grande pensador brasileiro Nelson Rodrigues. Imensamente “vitaminada” pelo Regime Militar instalado em 1964, que durou até 1985, a Rede Globo acabou se tornando uma espécie de “porta-voz”, quase um “diário oficial”, do regime de governo castrense, tornando-se nesse período o mais poderoso grupo de comunicação do país. Talbot Mundy integrava a polícia inglesa, atuava na Índia, então colônia da Inglaterra, nos anos 1920. Ali acabou descobrindo o “realismo fantástico” da “Lenda dos Nove Desconhecidos”, que remontaria à época do Imperador Ashoka, da dinastia máuria, das Antigas Índias, que governara entre 273 e 232 a.C, destacando-se por ser favorável à paz e à liberdade. Cada qual dos Nove Sábios dessa “lenda” dominaria uma determinada ciência. A mais importante de todas era considerada a “Propaganda e a Guerra Psicológica”, que compunha o “Primeiro Livro”. Quem dominasse a propaganda e a guerra psicológica acabaria comandando o mundo. Resumidamente, os sábios de então estavam falando do poder da “grande mídia”. Passados 2,2 milênios, o Grupo Globo acreditou piamente no poder que teria se controlasse a mídia, a “propaganda e a guerra psicológica”, conforme previsto no Primeiro Livro da “Lenda dos Nove Desconhecidos”, das Antigas Índias. Com as “gorduras” acumuladas durante o Regime Militar, onde aumentou o seu poder midiático, a Globo sentiu-se potente o suficiente para “eleger” o primeiro Presidente da República, tão logo colocadas em prática as chamadas “Diretas Já”, depois do Regime Militar e da eleição presidencial indireta de Tancredo Neves/José Sarney, quando investiu “pesado” num candidato até então completamente desconhecido, Fernando Collor de Mello, que no início estava sempre nos últimos lugares nas pesquisas eleitorais. A Globo “apostou” nesse candidato. E trabalhou bem. Conseguiu elegê-lo presidente nas eleições de 1989. Mas após a sua vitória, Collor não foi muito fiel à “agenda” que lhe tinha sido “sugerida” pela Globo. Foi o suficiente para perder as “bênçãos” da sua “madrinha”, que acabou apoiando o impeachment do seu “afiliado”, quando transformaram algumas “galinhas” que ele teria ganho ilícitamente em motivo suficiente para impichá-lo, o que comparado com as “montanhas” de dinheiro que outros governos que o sucederam desviaram dos cofres públicos – e não deu em absolutamente nada – foram apenas uns meros “trodacinhos”. Comprovadamente, encontraram um só ilícito no período governado por Collor: ter recebido de “presente” uma Fiat Elba, quase um carro popular na época. Porém esses “trocadinhos” ilícitos de Collor valeram-lhe o impeachment, enquanto os 10 trilhões de reais roubados por seus sucessores, que lhes garantiram quase comandar e “aparelhar” o Brasil político de hoje, “ficaram por isso mesmo”.

 

“Viciada” pela vitória de todos os seus candidatos à presidência da república, desde a tal “redemocratização”, somente interrompida pela vitória de Jair Bolsonaro, em outubro de 2018, a Rede Globo agora aposta todas as suas “fichas” naquele que será o “seu” candidato para suceder Bolsonaro, nas eleições de outubro de 2022, o seu “lata velha”, na esperança de reverter o baque financeiro que sofreu com o corte das suas polpudas e ilícitas verbas governamentais pelo Presidente Bolsonaro. Dependendo dos acontecimentos políticos futuros, certamente a preferência da Globo para presidente irá recair sobre o seu animador Luciano Hulk, que é “prata da casa”, e parece estar animado a concorrer para alimentar a sua vaidade pessoal e, de “quebra”, “salvar” a Globo. O trunfo desse candidato é que ele teria “ficha limpa” na política, mesmo porque seria impossível o contrário, porquanto esse “filhote” da Globo jamais foi servidor público, agente político, ou detentor de qualquer mandato eletivo. Por isso um “empurrão” da poderosa Rede Globo poderia talvez com facilidade impulsionar a sua candidatura.

Também não poderia ser descartada a aposta da Globo em outro candidato a presidente, talvez João Doria, atual governador de São Paulo, deixando a “vice” com o “incrível” Luciano Huck, que apesar de ter um nome semelhante, não pode jamais ser confundido com o “incrível Hulk”, personagem de um filme de super-herói de 2008. Nesse filme, o personagem Bruce Banner, na Virgínia, Estados Unidos, se transforma no “Hulk”, um gigante verde, após sofrer os efeitos de radiação gama, que no auge da sua “empolgação” conseguia pular de uma montanha à outra, separadas por dezenas de quilômetros. Banner se transformava no “monstro verde” Hulk, sempre que ficava nervoso ou que a sua frequência cardíaca ficasse acima de 200.

Mas Banner “sumiu do mapa”. E passados 5 anos começou a trabalhar numa fábrica da Rocinha, no Rio de Janeiro, buscando cura para o seu mal, tendo conseguido ficar vários meses sem a horrível “mutação”. Talvez aí esteja o primeiro contato e a inspiração da Rede Globo para “potencializar” a imagem e a candidatura presidencial do seu particular “incrível Hulk”, ou seja, o animador Luciano “Huck”, que talvez tenha a chance de transmitir a idéia “eleitoral” daquele justiceiro lá da Virgínia que era perseguido e caçado pelos militares durante todo o tempo.

Fonte: Folha de Rondônia

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