Deputado cobra renovação imediata dos contratos das escolas militares

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O deputado Adelino Follador (DEM) cobrou nesta quinta-feira (26) do Governo de Rondônia uma ação concreta para resolver a situação das Escolas Militares do Estado, que segundo ele, na iminência do reinício das aulas presenciais, estão estagnadas por falta de gestores e professores militares que perderam seus contratos (vencidos) e até o momento não há nenhuma perspectiva de renovação e a consequente realocação dos cerca de 50 professores das Escolas Militares.

Segundo o parlamentar, não foi por falta de aviso e apelo que esta situação chegou a este ponto, visto que há meses ele vem chamando a atenção dos órgãos envolvidos para que adotem as medidas relativas a renovação desses contratos, a tempo, para evitar um prejuízo maior para a educação de milhares de estudantes matriculados nessas escolas.

Ele explicou que a responsabilidade pelos procedimentos de renovação dos contratos é da Secretaria da Educação (Seduc), e que mesmo assim ele tem cobrado dos vários órgãos envolvidos, como Secretaria da Segurança Pública (Sesdec), Polícia Militar (PM) e da Casa Civil, especialmente, para que determine providências imediatas para a realização dos testes seletivos que vão garantir a contratação dos gestores e professores das Escolas Militares.

Adelino Follador disse que tanto a PM como a Sesdec têm feito a parte que compete a cada órgão, mas que a Seduc não se move para dar solução a esta grave situação, que prejudica não apenas o processo de aprendizagem, mas a própria imagem das Escolas Militares, tão elogiadas, destacadas e reconhecidas pela sociedade por uma ação pedagógica moderna e pelo conceito disciplinar que tem feito diferença na educação rondoniense.

Adelino Follador explicou que ao todo são 14 escolas com perfil militar (militarizadas) em Rondônia que estão a mercê de uma providência da Seduc para renovação e realocação de gestores e professores. Ele disse também que, de acordo com a própria Administração Pública rondoniense, no âmbito das Escolas Militares, a gestão é compartilhada, cabendo à Seduc (educadores) a responsabilidade pela parte pedagógica, e aos militares (PM e Corpo de Bombeiros Militar), a gestão (administração) e a disciplina, além das ações de amparo psicossocial dos alunos.

A primeira Escola Militar de Rondônia foi o Colégio Tiradentes da Polícia Militar (CTPM – I) implantada na Capital, que recebeu mais quatro unidades. Os Colégios Militares se espalharam por todo Estado nos mesmos moldes do CTPM – I, sendo implantados em Ariquemes, Ji-Paraná e Vilhena. Por fim, outras Escolas Militares ganharam força e foram implantadas (militarizadas) em Alta Floresta d’Oeste (Escola Padre Ezequiel Ramin), em Ouro Preto do Oeste (Escola 28 de Novembro), Rolim de Moura (Escola Priscila Rodrigues Chagas), Cacoal (Escola Aurélio Buarque de Hollanda), Guajará Mirim (Escola Alkindar Brasil de Arouca), e em Jaru (Escola Raimundo Cantanhede).

Para Follador o que é preciso saber é que essas unidades de ensino militares e/ou a maior parte delas estão comprometidas ou praticamente estagnadas devido a falta dos profissionais militares que atuavam como professores e gestores. Entre elas, as escolas de Cacoal, com apenas quatro militares, Ariquemes com seis, Jaci Paraná, com apenas quatro do seu contingente, Jaru, dez, e a Escola Militar de Ji-Paraná que só dispunha de quatro militares amarga a situação, visto que no próximo dia 11 pelo menos dois se afastarão em virtude do encerramento de seus contratos. “Esta é a situação das Escolas Militares de Rondônia, e eu espero que o Governo do Estado (Seduc) mostre serviço e dê solução e renove os contratos”, disse o deputado.

Fonte: O Rondoneiense




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