Rondônia é o 5º estado que mais produz café no Brasil

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As principais exportações são para países como a Colômbia, Coréia do Sul e Espanha.

No ranking de produção de café no Brasil, o estado de Rondônia ocupa o 5º lugar, com uma produção de mais de 2 milhões de sacas café conilon por ano. As principais exportações são para países como a Colômbia, Coréia do Sul e Espanha.

De acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), os indicadores mostram que até setembro deste ano, Rondônia já produziu mais de dois milhões em sacas de café.

De 1990 a 2021 o estado tem diminuindo as áreas de cafeicultura, mas, em contrapartida, aumentou a produção. Na década de 90 os cafezais ocupavam 148 mil hectares, atualmente a área ocupada é de 63,3 mil hectares.

Foto: Divulgação

“Nós melhoramos a produtividade com tecnologia. Os produtores no passar dos anos, adaptaram as plantas mais produtivas e com a técnica de muda clonal, ampliaram a produção de maneira mais eficiente. O que no passado eram cerca de oito a dez sacas por hectare, hoje produzimos até 120 mil sacas por hectare”, disse o engenheiro agrônomo da Seagri, Janderson Dalazen.

Ronaldo Bento é cafeicultor em Cacoal, RO, e comenta sobre os fatores que ajudaram o estado no aumento da produção.

“A transição da muda de café seminal para o clonal foi algo fantástico. Se adaptar não foi o maior desafio, e sim conduzir para uma propriedade de qualidade. Mas no final, compensou muito”, disse Ronaldo Bento, cafeicultor.

Nos últimos anos, a Seagri já disponibilizou mais de cinco milhões de mudas de café clonal para ajudar na revitalização da cafeicultura.

Exportações

No primeiro semestre de 2021, Rondônia exportou mais de 58 toneladas de café. Entre os principais compradores estão países da América do Sul, Ásia e Europa.

A cafeicultura em Rondônia envolve aproximadamente 20 mil famílias. Que segundo Janderson Dalazen, a cafeicultura é importante de maneira social e econômica. Já que gera renda, fixa o homem no campo e dá condição de vida para quem trabalha com o café.

Fonte: Diário da Amazônia




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